Caí num golpe do Pix de R$ 7.800 e o banco simplesmente disse que "não havia o que fazer". Cheguei aqui muito desanimada. Na triagem o Dr. Caio explicou ponto a ponto onde tinha falha do banco, quais provas eu já tinha sem perceber (prints, protocolos) e o que precisava buscar ainda. Saí da conversa pela primeira vez entendendo meus direitos sem aquele juridiquês que assusta. Atendimento sério, sem prometer milagre, mas com clareza do que poderia ser feito.
Você caiu no golpe do Pix. O banco disse que não pode fazer nada. Não é o fim da história.
Análise jurídica do seu caso por advogado em São Paulo, com base na Súmula 479 do STJ e na Resolução BCB 6/2023. Atendimento para prejuízos acima de R$ 5.000.
Você perdeu mais de R$ 5.000 via Pix e o banco não resolveu?
Esta página é para quem perdeu de R$ 5.000 a R$ 200.000 em um Pix por engenharia social, falsa central do banco, falso parente, invasão de WhatsApp ou compra fraudulenta, e ouviu do banco que "não há o que fazer".
Não é para quem: perdeu menos de R$ 5.000 (a orientação pelo Procon costuma ser mais eficiente), busca "garantia de recuperar 100%" (nenhum advogado sério promete isso) ou já contratou outro advogado para o mesmo caso.
Por que existe chance real (sem promessa de resultado)
Súmula 479 do STJ: bancos respondem por fraudes em operações bancárias quando há falha de segurança.
MED, o Mecanismo Especial de Devolução (Resolução BCB 6/2023): permite bloqueio de valores em até 80 dias do golpe.
Cada caso é analisado individualmente. O resultado depende de prazo, provas e da conduta do banco. Não há garantia de recuperação. Quem promete, está errado.
O caminho mais direto para saber se vale agir
Comprovante do Pix + B.O. (ou prints da conversa do golpe). Sem formulário, sem ligação fria.
Análise inicial de viabilidade. Se o seu caso não tiver base, eu te digo, e indico o caminho do Procon ou JEC.
Honorários combinados antes, prazos claros, comunicação por WhatsApp ao longo do processo. Sem pegadinha.
Você não precisa absorver esse prejuízo sozinho
Quem chega aqui geralmente já tentou resolver com o banco, ouviu "infelizmente não temos como ajudar" e está se sentindo isolado, com vergonha de contar e sem saber a quem recorrer.
A análise jurídica organiza os fatos, identifica possíveis falhas da instituição financeira e mostra se há viabilidade para exercer seu direito como consumidor, com base no CDC e em decisões recentes do STJ. Não é processo contra "o sistema": é uma defesa específica de quem foi lesado por falha de segurança.
O que normalmente importa na triagem
- Prejuízo financeiro acima de R$ 5.000
- Comprovante da transferência Pix
- Registro do contato com o banco
- MED ou boletim de ocorrência, quando houver
Caio Groschitz
O que clientes costumam valorizar no atendimento
Relatos de atendimento compartilhados por clientes após a triagem jurídica. Identificações abreviadas para preservar a privacidade.
Avaliações de clientes
Baseado em 84 relatos de atendimento posteriores à triagem jurídica.
Avaliações verificadasFoi minha mãe (aposentada) que caiu num golpe da "central do banco", quase R$ 12 mil. Tinha procurado outros 2 escritórios antes e ouvi promessas de devolução em 30 dias, contrato caro com taxa antecipada, aquele papo de venda. Aqui foi diferente: triagem honesta pelo WhatsApp, e o Dr. Caio foi sincero sobre as chances reais e o tempo de processo. Acabamos contratando justamente por isso. Agora estamos com a ação em andamento.
Atendimento rápido pelo WhatsApp, no mesmo dia. Achei a triagem inicial bem completa, com perguntas que outros advogados nem fizeram. Tirei uma estrela só porque demorou um pouquinho a resposta no segundo contato (entendo, advogado tem audiência), mas no geral foi um dos atendimentos mais transparentes que tive. Ele explica o cenário realista, não só o "vai dar certo". Indicaria para amigos e família sem hesitar.
O que separar para a triagem
- Valor total do prejuízo via Pix
- Comprovante da transação Pix
- Prints das conversas
- Registros de contato com o banco
- Abertura de MED, quando houver
- Boletim de ocorrência, quando houver
A chance de recuperação cai a cada semana
Primeiros 80 dias: janela ideal de atuação do MED do BACEN para tentativa de bloqueio do valor.
Após 6 meses: conversas de WhatsApp começam a expirar nos servidores e provas ficam mais difíceis de reconstituir.
Até 5 anos: prazo prescricional civil, mas a viabilidade prática diminui muito antes disso.
Não é urgência fabricada. São prazos previstos em norma e na realidade técnica das provas digitais.
Dúvidas frequentes
O banco é obrigado a devolver dinheiro de golpe do Pix?
Nem sempre, mas em muitos casos sim. Quando há falha de segurança da instituição (ausência de alerta de movimentação atípica, demora no bloqueio, descumprimento de dever de proteção ao consumidor), o banco pode ser responsabilizado com base na Súmula 479 do STJ e no Código de Defesa do Consumidor. A análise depende de prazo, provas e da conduta do banco no caso concreto.
Quanto tempo demora um processo contra banco por golpe do Pix?
Varia conforme a vara, comarca e estratégia adotada. Em geral, processos cíveis no Juizado Especial costumam levar de 6 a 18 meses em primeira instância. Em ações na Justiça Comum, o tempo médio é maior. Em todos os casos, prazos exatos só podem ser estimados depois da análise dos fatos.
Vale a pena processar o banco por R$ 3.000 perdidos no Pix?
Sinceramente: na maioria dos casos abaixo de R$ 5.000, não. Os custos processuais, o tempo de tramitação e a expectativa de resultado costumam tornar a ação inviável economicamente. Para esses valores, recomendo procurar o Procon da sua cidade ou o Juizado Especial Cível (JEC) sem advogado, costuma resolver mais rápido.
O que é o MED do Pix e como funciona?
O MED (Mecanismo Especial de Devolução) foi criado pela Resolução BCB nº 6/2023 e permite que a vítima solicite ao seu banco o bloqueio dos valores transferidos por fraude em até 80 dias. O banco recebedor analisa e, havendo saldo, pode devolver. Ele não substitui a ação judicial, mas é uma primeira linha de tentativa rápida.
Quanto cobra um advogado para caso de golpe do Pix?
Não há valor fixo. Depende da complexidade, do valor envolvido e da estratégia (JEC, ação ordinária, dano moral). O importante: honorários sérios são combinados antes do contrato, por escrito, sem cobrança antecipada de "taxa de êxito" agressiva. Desconfie de quem promete devolução em 30 dias com taxa adiantada. O Provimento 205/2021 da OAB veda mercantilização da advocacia.
Fui induzido a fazer o Pix. O banco ainda pode ser responsabilizado?
Em muitos casos, sim. A responsabilidade não depende só de invasão de conta. Movimentações atípicas (valores muito acima do padrão do cliente, em horário incomum, para destinatário desconhecido) deveriam disparar alertas e bloqueios automáticos. Quando isso falha, há base para discussão judicial.
Posso pedir danos morais além do dinheiro perdido no golpe?
Sim, em muitos casos. Golpes bancários geram abalo emocional, insegurança e transtornos que vão além do prejuízo financeiro. Quando comprovada falha na prestação do serviço pelo banco, é possível pleitear indenização por danos morais, além do ressarcimento do valor da fraude.
O que fazer imediatamente após perceber o golpe do Pix?
Em ordem: (1) ligar para o banco e abrir o MED, (2) registrar boletim de ocorrência (online em SP via dpsp.policiacivil.sp.gov.br ou em qualquer DP), (3) guardar todos os comprovantes, prints da conversa do golpe, protocolos de atendimento, (4) não apagar mensagens nem deletar contatos. Essas primeiras 48 horas são decisivas para qualquer ação posterior.
Me conta o que aconteceu.
Você manda o seu caso pelo WhatsApp, eu respondo em até 24h úteis com uma análise inicial sobre viabilidade. Sem formulário, sem ligação fria, sem compromisso de contratação.